Após o rompimen to da barragem de rejei tos em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, o SAAE de Pirapora mantem moni toramen to constante sobre a qualidade da água do rio São Francisco e busca por informações jun to aos órgãos governamentais. De acordo com o boletim da Agência Nacional de Águas – ANA […]
Após o rompimen to da barragem de rejei tos em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, o SAAE de Pirapora mantem moni toramen to constante sobre a qualidade da água do rio São Francisco e busca por informações jun to aos órgãos governamentais. De acordo com o boletim da Agência Nacional de Águas – ANA -, publicado em 29 de janeiro, a possibilidade da onda de rejei tos alcançar o reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias é remota, pois os resíduos serão amortecidos pela estrutura da barragem de Retiro Baixo, em Pompéu, cerca de 300 km do local do acidente, último embarramen to do rio Paraopeba antes desse curso d’água desaguar no rio São Francisco. A lama do complexo da Mina do Feijão, em Brumadinho, é mais densa em relação ao material da barragem de Fundão, em Mariana, e, segundo a Defesa Civil de Minas Gerais e o Serviço Geológico do Brasil, não chegará à UHE Três Marias, pois já se estabilizou no lei to do rio Paraopeba. Nessa condição, o deslocamen to da onda depende de uma chuva forte – sem previsão para acontecer, de acordo com a meteorologia. Segundo o biólogo do SAAE, Patrick Valim, o moni toramen to do rio São Francisco atende à Portaria de Consolidação nº 05/2017, do Ministério da Saúde, que estabelece meios de controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. “Existe todo um trabalho e uma me todologia, além de diversas análises de parâmetros, como radioatividade, agrotóxicos, metais pesados e cianobactérias para garantir a qualidade da água servida à população”, acrescen tou. Com informações e imagem do SAAE de Pirapora.